Eu escondi 26 câmeras para flagrar minha babá preguiçosa, mas às 3h da manhã, vi meu marido entrar no quarto do bebê usando luvas pretas. A babá não estava dormindo.

Rosa não conseguiu responder, seus lábios tremiam, mas Eleanor deu um passo à frente com um sorriso frio e distorcido. "Aquela que deveria ter permanecido morta."

Senti o mundo girar sob meus pés. Meu coração disparou quando a ficha caiu como um soco. Aquilo não era apenas uma ameaça — era uma confissão. Tudo o que eu pensava saber estava errado. Cambaleei para trás, tentando desesperadamente encontrar clareza, compreensão, mas tudo me escapava por entre os dedos.

Como se fosse combinado, meu celular vibrou novamente no outro cômodo. Uma das minhas câmeras escondidas havia transmitido outro alerta do porão. Movimento detectado. Minhas mãos tremeram enquanto eu pegava o celular, abrindo a transmissão com a respiração entrecortada.

Na tela, aparecia um berço velho e enferrujado, e dentro dele, um menininho, talvez de cinco anos. Ele olhou para a câmera, seus olhos eram um reflexo dos de Matthew. Eu paralisei, com o coração disparado, enquanto ele sussurrava: "Mamãe..."